O que acontece numa turbulência de avião?


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SIGLAS

D.A – DIREITO AERONÁUTICO

ICAO/OACI – ORGANIZAÇÃO DE AVIAÇÃO CIVIL INTERNACIONAL

CINA – COMISSÃO INTERN. DE NAVEGAÇÃO AÉREA (ANTIGA OACI)

CNA – COMISSÃO DE NAVEGAÇÃO AÉREA

SARP´S – NORMAS INTERNACIONAIS E PRÁTICAS RECOMENDADAS OU MANUAIS TÉCNICOS (NORMAS E MÉTODOS RECOMENDADOS)

PANS – PROCEDIMENTOS PARA OS SERVIÇOS DE NAVEGAÇÃO AÉREA

RAB – REGISTRO AERONÁUTICO BRASILEIRO (AERONAVE)

CEMAL – CENTRO DE MEDICINA AEROESPACIAL

CCF – CERTIFICADO DE CAPACIDADE FÍSICA

CCT – CERTIFICADO DE CONHECIMENTOS TEÓRICOS (LICENÇA)

CHT – CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO TÉCNICA (SÓ QDO ENTRA NA CIA)

CIV – CADERNETA INDIVIDUAL DE VÔO

SAC – SISTEMA DE AVIAÇÃO CIVIL

DAC – DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL

COMAR – COMANDO AÉREO REGIONAL

SPV – SISTEMA DE PROTEÇÃO AO VÔO

DECEA – DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO

DEPV – DIRETORIA DE ELETRONICA E PROTEÇÃO AO VÔO(ANTIGO DECEA)

SIPAER – SISTEMA DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS

CENIPA – CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS

RPA – REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO DE AERONAUTA

SACI – SISTEMA DE AVIAÇÃO CIVIL INTERNACIONAL

ONU – ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS

SUPPS – PROCEDIMENTOS SUPLEMENTARES REGIONAIS

CLAC – COMISSÃO LATINO-AMERICANA DE AVIAÇÃO

IATA – ASSOCIAÇÃO DE TRANSPORTE AÉREO INTERNACIONAL

TAR – TRANSPORTE AÉREO REGULAR (CONCESSÃO: REGIONAL, DOMÉSTICO E INTERNACIONAL)

TANR – TRANSPORTE AÉREO NÃO REGULAR (AUTORIZAÇÃO: TAXI AÉREO E FRETAMENTO)

SACB – SISTEMA DE AVIAÇÃO CIVIL BRASILEIRO

STE – SUBDEPARTAMENTO TECNICO (HOMEM – MÁQUINA)

SOP – SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES (INFRA-ESTRUTURA)

SPL – SUBDEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO (CONDIÇÕES GERAIS)

IAC – INSTITUTO DE AVIAÇÃO CIVIL

SERAC – SERVIÇOS REGIONAIS DE AVIAÇÃO CIVIL

DIRSA – DIRETORIA DE SAÚDE DA AERONÁUTICA

DIRENG – DIRETORIA DE ENGENHARIA DA AERONÁUTICA

DECEA – DEPARTAMENTO DE CONTROLE AÉREO

CERNAI – COMISSÃO DE ESTUDOS RELATIVOS A NAVEG. AÉREA INTERNACIONAL

CTA – CENTRO TÉCNICO ESPACIAL

CELMA – COMPANHIA ELETROMECÃNICA

EMBRAER – EMPRESA BRASILEIRA DE AERONÁUTICA

INSPAC – INSPETOR DE AVIAÇÃO CIVIL

ANAC – AGENCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL

CIBAER – CÓDIGO BRASILEIRO DE AERONÁUTICA

SAR – BUSCA E SALVAMENTO

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Cód. Aeroportos Nacionais

Cidade
Sigla
Nome do Aeroporto
Telefone
Dist.*
Aracajú – SE AJU Aerop. de Aracaju (79) 212 8554/40 Km 12
Belém – PA BEL Aerop. Intl. Val de Cans (91) 210 6000 Km 13
Belo Horizonte – MG PLU Aerop. de BH/Pampulha (31) 3490 2001 Km 9
Belo Horizonte – MG CNF Aerop. Intl. Tancredo Neves/Confins (31) 3689 2701 Km 45
Boa Vista – RR BVB Aerop. Intl. De Boa Vista (95) 623 9369 Km 4
Brasília – DF BSB Aerop. Intl. Pres. Juscelino Kubitschek (61) 364 9000 Km 11
Campinas – SP CQP Aerop. Intl. De Viracopos/Campinas (19) 725 5000 Km 18
Campo Grande – MS CGR Aerop. Intl. De Campo Grande (67) 763 2444 Km 7
Carajás – PA CKS Aerop. de Carajás (91) 327 1284  Km 0
Corumbá – MS CMG Aerop. Inter. de Corumbá (67) 231 3322 Km 3
Cruzeiro do Sul – AC CZS Aerop. Inter. de Cruzeiro do Sul (68) 322 2679 Km 14
Cuiabá – MT CGB Aerop. Marechal Rondon (65) 682 2213 Km 9
Curitiba – PR CWB Aerop. Inter. Afonso Pena (41) 381 1515/1400 Km 18
Curitiba – PR BCV Arepo. de Bacacheri (41) 256 1441 Km 7
Florianópolis – SC FLN Aerop. Inter. Hercílio Luz (48) 236 0879/1300 Km 14
Fortaleza – CE FOR Aerop. Inter. Pinto Martins (85) 477 1200 Km 6
Foz do Iguaçu – PR IGU Aerop. Inter. Foz do Iguaçu (45) 523 4244 Km 12
Goiânia – GO GYN Aerop. Santa Genoveva (62) 265 1500 Km 8
Guarulhos – SP GRU Aerop. Inter. São Paulo/ Cumbica (11) 6445 2945 Km 25
Ilhéus – BA IOS Aerop. de Ilhéus (73) 231 7629 Km 3
João Pessoa – PB JPA Aerop. Presidente Castro Pinto (83) 232 1200 Km 12
Joinville – SC JOI Aerop. de Joinville (47) 467 1000 Km 13
Londrina – PR LDB Aerop. de Londrina (43) 325 8464 Km 3
Macapá – AP MCP Aerop. Inter. de Macapá (96) 223 2323 Km 3
Maceió – AL MCZ Aerop. Campo dos Palmares (82) 322 1300 Km 25
Manaus – AM MAO Aerop. Inter. Eduardo Gomes (92) 652 1210 Km 14
Maringá – PR MGF Aerop. Regional de Maringá (44) 266 3838 Km 12
Natal – RN NAT Aerop. Inter. Augusto Severo (84) 643 1811 Km 20
Navegantes – SC NVT Aerop. de Navegantes (47) 342 1132 Km 12
Palmas – TO PMW Aerop. de Palmas (63) 216 1299 Km 0
Petrolina – PE PNZ Aerop. de Petrolina (81) 863 3366 Km 10
Ponta Porã – MS PMG Aerop. Inter. Ponta Porã (67) 431 3798 Km 23
Porto Alegre – RS POA Aerop. Inter. Salgado Filho (51) 358 2000 Km 10
Porto Velho – RO PVH Aerop. de Porto Velho (69) 225 1339 Km 7
Recife – PE REC Aerop. Inter. dos Guararapes (81) 464 4188 Km 11
Rio Branco – AC RBR Aerop. Inter. Pres. Medici (68) 211 1000 Km 7
Rio de Janeiro – RJ GIG Aerop. Inter. Antonio C. Jobim /Galeao (21) 398 5050 Km 20
Rio de Janeiro – RJ SDU Aerop. Santos Dumont 0800 244646 Km 1
Salvador – BA SSA Aerop. Dep. Luis Eduardo Magalhães (71) 204 1130 Km 28
São Luís – MA SLZ Aerop. Marechal Cunha Machado (98) 217 6100 Km 15
São Paulo – SP CGH Aerop. de Congonhas (11) 5090 9195 Km 8
Teresina – Piauí THE Aerop. de Teresina (86) 225 2947 Km 5
Uberaba – MG UBA Aerop. de Uberaba (34) 3336 6199 Km 6
Uberlândia – MG UDI Aerop. de Uberlândia (34) 3212 2737 Km 9
Uruguaiana – RS URG Aerop. Inter. Rubem Berta (55) 413 1314 Km 5
Vitória – ES VIX Aerop. de Vitória (27) 3083 6300 Km 6

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Termos Técnicos

Aileron – Elemento aerodinâmico móvel localizado na parte posterior sa asa, ligado diretamente ao movimento de curva e acionados através do manche.

ADI (Attitude Direction Indicator) – Também conhecido como horizonte Artificial, o ADI apresenta no display a atitude da aeronave (pitch e rolamento), comandos do diretor de vôo e indicação do Gilde Slope e Localizer.

Ajuste de altímetro – Pressão da estação reduzida ao nível do mar sob condições de atmosfera padrão (1 hPa/30 pés)

Ângulo de ataque – Ângulo formado entre o vento relativo e a corda do aerofólio

Anti-skid – Antiderrapante que funciona do mesmo modo de um freio ABS, ou seja, quando a roda está prestes a travar. O sistema alivia a pressão do freio.

APU – (Auxiliar Power Unit) – Unidade de força auxiliar, necessária para dar partida nos motores e manter o ar condicionado em operação quando a aeronave está no solo.

Arfagem – Movimento em torno do eixo transversal de uma aeronave, relacionado ao efeito de subir (cabrar) e descer (picar).

Arrasto - Resistência ao avanço.

Autobrake – Sistema que dosa a frenagem da aeronave automaticamente, evitando o travamento das rodas (semelhante ao freio ABS dos automóveis).

Back track – táxi de aeronave para pátio de estacionamento pela própria pista de aterrissagem.

Bequilha – Órgão auxiliar do trem de aterragem do avião, instalado na parte póstero-inferior da fuselagem.

Biplace – Cabine de comando com dois lugares disponíveis para pilotagem.

Bordo de fuga – Extremidade traseira do aerofólio.

Bravo – Palavra no alfabeto aeronáutico para representar a letra “B”.

Buffeting - Sinal de pré-estol que se caracteriza por vibração de comandos e da própria aeronave

Camada limite – Camada de ar que acompanha o perfil aerodinâmico da asa.

CB (Cumulonimbus) – Nuvem de grande desenvolvimento vertical, associada à trovoada, com predominância de correntes ascendentes e descendentes, chuva forte, granizo e wind shear (mudanças abruptas de velocidade e direção de vento na superfície).

Compensador – Superfície secundária de comando que auxilia a reduzir a força aplicada ao manche para cabrar e picar.

Corda – Linha imaginária que liga o bordo de ataque ao bordo de fuga.

CVR (Cockpit Voice Recorder) – Gravador de voz da cabine (caixa-preta).

DME (Distance Measuring System) – Equipamento medidor de distância utilizado em navegação aérea.

Diedro – Inclinação da asa em relação ao eixo transversal da aeronave.

Echo – Palavra no alfabeto aeronáutico para representar a letra “E”.

EFIS (Electronic Flight Instrument System) – Sistema eletrônico que apresenta digitalmente os instrumentos analógicos de cabine, comuns em aeronaves clássicas.

EGT (Exaust Gases Temperature) – Instrumento que indica a temperatura dos gases de exaustão (escapamento)

EICAS (Engine Indication and Crew Alerting System) – Sistema que indica parâmetros de funcionamento dos motores e configuração da aeronave.

Envergadura – Medida de ponta a ponta de uma asa.

Estol – Perda de sustentação

FADEC (Full Autority Digital Electronic Control) - Sistema computadorizado que controla automaticamente a partida, o fornecimento de combustível, as bombas e o desempenho dos motores.

FL (Flight Level) – Nível de Vôo.

Flape (Flap) – Dispositivo hipersustentador que aumenta a curvatura da asa e, por conseqüência, a sustentação da aeronave.

Flape Fowler – O flape se desloca da parte inferior da asa para trás e para baixo, considerado o de melhor eficiência aerodinâmica.

FMC (Flight Management Computer) -Computador para gerenciamento de vôo.

FOD (Foreign Object Damage) – Danos causados por objetos estranhos.

Fox – Palavra no alfabeto aeronáutico para representar a letra “F”.

Fpm (feet per minute) – Pés por minuto.

Freio aerodinâmico – Impede o aumento excessivo de velocidade durante a descida. Atua também na frenagem,no solo e, em conjunto com os ailerons, em manobras de curva em solo.

Fuel Flow – indicador de fluxo de combustível.

Galley – Seção da aeronave onde ficam armazenadas as refeições dos passageiros e tripulantes, bebidas e o forno.

Gear up – Trem de pouso em cima.

GPS (Global Positioning System) – Sistema de posicionamento global. Navegação por satélites.

GPWS (Ground Proximity Warning System) – Sistema para alerta de proximidade com o solo.

Hotel – Palavra no alfabeto aeronáutico para representar a letra “H”.

HSI (Horizontal Situation Indicator) – Instrumento de bordo utilizado para navegação VOR ou aproximações ILS.

hPa – Unidade de pressão atmosférica.

HUD (Head Up Display) – Sistema que vai instalado próximo à janela do comandante, que permite ao piloto visualizar numa espécie de vidro, informações de navegação e performance da aeronave.

Idle – Marcha lenta.

IFR (Instrument Flight Rules) – Regras de vôo por instrumentos.

ILS (Instrument Landing System) – Sistema de pousos por instrumentos formado pelo Glide Slope, que emite sinais indicativos da rampa de aproximação e o Localizer (LOC), que indica o eixo da pista. CAT I – pousos com teto de 200 pés e visibilidade de 800 metros; CAT II – pousos com teto de 100 pés e visibilidade de 400 metros; CAT III – pousos com visibilidade zero.

ISA (International Standard Atmosphere) – Atmosfera padrão internacional (nível do mar, ar seco, temperatura de 15 graus e pressão atmosférica de 1013,2 hPa).

IMC (Instrument Meteorogical Conditions) – Condições meteorológicas de vôo por instrumentos.

Mach – Medida de velocidade em razão da velocidade do som em vôos de alta performance.

Magneto – Fonte de eletricidade do sistema de ignição das aeronaves a pistão.

Metar (Meteorological Aviation Routine) – Informativo meteorológico regular, divulgado de hora em hora.

MFD (Multi Function Display) – Monitor que oferece informações operacionais sobre os sistemas da aeronave (combustível, hidráulico, pressurização e etc..)

Milha Náutica (nm) – Unidade de distância equivalente a 1,85 km/h.

MLW (Maximum Landing Weight) - Peso máximo de pouso.

MMO (Mach Máximo Operacional) - Estabelecido pelo fabricante da aeronave em função da estrutura da mesma.

Monocoque – Estrutura de fuselagem composta por revestimento e cavernas.

MSA (Minimum Safe altitude) – Altitude Mínima de Segurança num raio de 25 milhas de um auxílio à navegação descrito em carta aérea,

MTOW (Maximum Takeoff Weight) – Peso máximo de decolagem.

NDB (Non Directional Beacon) – Transmissor de rádio que emite ondas eletromagnéticas para navegação por instrumentos.

Nós (knots) – Unidade de velocidade equivalente a 1,85 km/h.

NOTAM (Notice to Airmen) – Informações disponíveis nas salas AIS, que informam sobre condições operacionais, modificação de rota ou procedimentos, serviços especiais em aeródromos ou nas áreas terminais.

Overhead panel – Painel de controle superior da cabine para acesso aos sistemas da aeronave.

PAPI (Precision Approach Path Indicator) – Indicador de trajetória de aproximação de precisão.

Pés - Unidade de medida equivalente a 30,48 cm

Passo de hélice – Ângulo das pás.

Pitch – Ângulo de inclinação do nariz da aeronave.

Power off – Motor em marcha lenta.

Pista balanceada – Quando a V1 selecionada faz igualar a distância necessária para decolar e a distância necessária para frear a aeronave numa rejeição de decolagem.

Profundor – leme de profundidade que comanda os movimentos de arfagem

Rolamento – Movimento de curva para a direita ou esquerda em torno do eixo longitudinal da aeronave.

RPM – Rotações por minuto.

SHP (Shaft Horse Power) – Unidade de força (cavalo vapor), medida no eixo da hélice.

SID (Standard Instrument Departure) – Carta aérea que descreve o procedimento de saída por instrumentos de um aeródromo.

Sierra - Palavra no alfabeto aeronáutico para representar a letra “S”.

Side Stick – Manche semelhante ao joystick de jogos eletrônicos.

SL (Sea Level) – Nível do mar.

Slat – Dispositivo hipersustentador que permite à asa produzir maior sustentação.

Spoiler (Speed Brake) – Freio aerodinâmico que impede o aumento excessivo de velocidade da aeronave durante a descida. Atua também na frenagem, no solo e, em conjunto com os ailerons, em manobras de curva em vôo.

TAF (Terminal Aerodrome Forecast) – Previsão meteorológica para um aeródromo específico.

TAS (True Air Speed) – Velocidade aerodinâmica ou verdadeira. É a velocidade do avião em relação ao ar, utilizada nas fórmulas matemáticas de Teoria do Vôo.

TCAS (Traffic Collision Alert and Avoidance System) - Sistema para alerta e evasão de uma colisão em vôo.

Triquilha – Roda dianteira da aeronave.

Tuck under – Conforme a velocidade vai aumentando nas aeronaves de alta performance, o GP (Centro de Pressão) se desloca para trás, enquanto que a diminuição do downwash (inclinação para baixo dos filetes de ar que escoam depois de passar sobre a asa) reduz o momento de cabrar (cauda para baixo), gerando um desequilíbrio e a tendência de picar (nariz desce).

VASI ( Visual Approach Slope Indicator) – Indicador do ângulo de aproximação visual.

VOR (Very High Frequency Omnidirecional Range) – Estação transmissora de sinal de alta frequência utilizada para navegação aérea.

Vortex Generation ou Geradores de Vórtice – Lâminas inclinadas que funcionam como se fossem pequenas pontas de asa, que evitam o deslocamento ou separação da camada limite.

Windshear (tesoura de vento) – Mudança abrupta de direção e velocidade de vento.

Wing Fence – hastes instaladas nas asas, que reduzem o efeito de estol nas pontas da asa causados pelo deslocamento da camada limite da raiz em direção às pontas de uma asa enflexada.

Yaw Damper - Instrumento giroscópico que atua automaticamente sobre o leme das aeronaves à reação para evitar guinadas.

 

Fonte: http://www.qualidadeaeronautica.com.br

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Código Fonético Aeronáutico

Segue abaixo os Códigos Fonéticos Aeronáutico, muito utilizado entre pilotos, aeroportos, agente de viagens, comissários e todo pessoal da aviação.

A - Alfa
B - Bravo
C - Charlie
D - Delta
E - Eco
F - Fox
G - Golf
H - Hotel
I - India
J - Juliet
K - Kilo
L - Lima
M - Mike
N - November
O - Oscar
P - Papa
Q - Quebec
R - Romeu
S - Sierra
T - Tango
U - Uniform
V - Victor
X - X-Ray
W - Whiskey
Y - Yankee
Z - Zulu

Fonte: http://www.qualidadeaeronautica.com.br

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O que pode te impedir de tirar o CCF?

Pessoal, para quem ainda não tirou o CCF ou para quem está afim de fazer o curso de Comissário, antes de tudo é necessário ter o CCF (Certificado de Condição Física).

No entanto, para a validação deste Certificado, é necessário passar pelo Hospital da Aéronáutica, no nosso caso, o mais próximo de Campinas, HASP, em São Paulo.

Então, antes de tudo, veja abaixo o que pode te impedir de não conseguir passar nos exames:

São as abaixo relacionadas, de acordo com a ICA 160-1 – Instruções Reguladoras das Inspeções de Saúde (IRIS), de 18/Out/06.

1 – qualquer deformidade ou caracteres físicos, congênitos ou adquiridos, que possam comprometer a estética e a eficiência do inspecionando;
2 – estatura acima ou abaixo dos requisitos estabelecidos;
3 – obesidade acentuada (ver requisitos);
4 – magreza acentuada (ver requisitos);
5 – doenças infecto-contagiosas;
6 – distúrbios endócrinos que possam ser diagnosticados no exame clínico;
7 – Pênfigo, penfigóide e outras patologias bolhosas crônicas de qualquer natureza;
8 – Hanseníase em qualquer de suas formas;
9 – Câncer de Pele e pré-canceroses cutâneos;
10 – Sífilis;
11 – Discromias cutâneas antiestéticas;
12 – Dermatite seborréica acentuada;
13 – Dermatite de contato;
14 – Nevos ou tumores vasculares extensos e deformantes ou que, por sua localização, estejam
sujeitos a atrito ou compressão constantes;
15 – cicatrizes extensas deformantes, ou que embaracem a função muscular, a utilização de equipamentos militares ou que tenham tendência à ulceração;
16 – síndromes alopeciantes (alopécia definitiva);
17 – Psoríase e Parapsoríade;
18 – micoses profundas;
19 – cisto pilonidal evidenciado pela presença de formação tumoral ou fistulosa;
20 – deformação do crânio (tumores e depressões) que possam acarretar complicações futuras;

21 – afecções deformantes da face;
22 – adenites cervicais de origem maligna, decorrentes de patologias já incapacitantes;
23 – Hipertireoidismo, Hipotireoidismo e outras tireoidopatias;
24 – tumores ou cistos cervicais (cujo volume e situação embaracem o uso do uniforme e equipamentos militares) ou fístulas cervicais de qualquer natureza;
25 – malformação, deformidade ou tumor de parede torácica que alterem a função respiratória;
26 – pneumotórax;
27 – empiema, divertículo, saculação da parede do tórax e aderências pleurais extensas que comprometam a função respiratória;
28 – Bronquite aguda;
29 – Bronquiectasia;
30 – Asma Brônquica;
31 – Enfisema Pulmonar, localizado ou generalizado;
32 – doença cavitária dos pulmões, de qualquer etiologia;
33 – fibrose pulmonar;
34 – Sarcoidose pulmonar;
35 – abscesso pulmonar;
36 – Tuberculose de qualquer localização;
37 – corpos estranhos pulmonares e brônquicos;
38 – micose pulmonar;
39 – ausência de lóbulos pulmonares;
40 – tumor “benigno” ou “maligno” da traquéia, dos brônquios, dos pulmões, da pleura e do mediastino

41 – ferimentos, cicatrizes ou comprometimento de parede abdominal que acarretem embaraço funcional;
42 – fístula da parede abdominal;
43 – hérnia da parede abdominal;
44 – doenças crônicas do estômago e intestinos;
45 – Úlcera Péptica;
46 – história de gastroenterostomia e de ressecção gástrica ou intestinal;
47 – visceroptose;
48 – doenças crônicas do fígado e da vesícula biliar, hepatomegalia e icterícia, história clínica
de surtos de icterícia ou cólica biliar;
49 – doenças crônicas do pâncreas;
50 – Diabetes Mellitus, Diabetes Insípido e Hipoglicemia reativa;
51 – doenças crônicas do baço, esplenomegalia e história clínica de esplenectomia que não tenha sido traumática;
52 – nefropatia grave, de qualquer etiologia;
53 – nefrite aguda ou crônica;
54 – hidronefrose, pielite, tumores renais, cálculos renais, ausência de um rim e malformação do aparelho urinário;
55 – cistite aguda ou crônica;
56 – cálculos e tumores vesicais, incontinência ou retenção urinária;
57 – hipertrofia da próstata e prostatite;
58 – estreitamento uretral e ureteral acentuados, fístula urinária;
59 – epispádia ou hipospádia, com acentuado deslocamento do orifício uretral;
60 – Hermafroditismo;

61 – amputação do pênis;
62 – atrofia acentuada dos testículos;
63 – criptorquídia ou infantilismo dos órgãos genitais externos;
64 – orquite e epididimite crônica ou tumores testiculares;
65 – varicocele ou hidrocele que sejam volumosas ou dolorosas;
66 – Blenorragia aguda e crônica, Cancro Sifilítico, Cancro Mole, Granuloma Inguinal, Linfogranuloma Venéreo e outras doenças venéreas;
67 – história clínica de febre reumática ou coréia, acompanhadas de manifestações clínicas;
68 – alteração qualitativa dos elementos figurados do sangue (anemia crônica, poliglobulia, leucopenia crônica, trombocitepenia, leucemias, hemoglobinopatias);
69 – doenças hemorrágicas, púrpuras;
70 – colagenoses;
71 – tumores benignos cujo volume acarrete embaraço funcional;
72 – edema crônico de um ou mais membros;
73 – neoplasias malignas;
74 – enfermidade das mamas e dos órgãos genitais femininos;
75 – torcicolo crônico e costela cervical;
76 – fraturas não consolidadas, cáries sem condições técnicas de tratamento e necroses ósseas, exostosses ou cistos ósseos em geral;
77 – escoliose, cifose ou lordose, quando acentuadas, ou quando acarretem embaraço funcional;
78 – deformações, fraturas ou luxações vertebrais;
79 – tumores de qualquer segmento da coluna vertebral;
80 – ósteo-artrite da coluna vertebral de qualquer origem, espondilites, hérnia do núcleo pulposo e espinha bífida;

81 – malformação ou deformidade da pélvis;
82 – deformidade ou anomalia dos ossos torácicos;
83 – periostite e osteomielite;
84 – Espondiloartrose Anquilosante;
85 – anomalias de número, forma, proporção ou movimentos das extremidades;
86 – fratura não consolidada, ou de consolidação viciosa e luxação recidivante, anquilose e pseudoartrose;
87 – doenças ósseas e articulares, congênitas ou adquiridas;
88 – atrofias, paralisias e alterações musculares e tendinosas;
89 – cardiopatias de qualquer etiologia;
90 – alterações estruturais do coração e vasos de bases;
91 – distúrbios da formação do estímulo cardíaco (taquicardias paroxísticas; flutter e/ou fibrilação auricular e ventricular, extrassistolia ventricular que não ceda à terapêutica habitual, ou quando presente em doença cardíaca perfeitamente caracterizada; ritmo idio-ventricular);
92 – distúrbios da condução do estímulo: Síndrome de Wolff-Parkinson-White; Síndrome de Lown-Ganong-Levine; Bloqueio aurículo-ventricular (BAV) de 2º e 3º graus, Bloqueio do Ramo Esquerdo (BRE) de 1º, 2º e 3º graus. O BAV de lº grau, os Bloqueio do Ramo Direito (BRD) de 1º, 2º e 3º graus e os Hemibloqueios são causas incapacitantes quando presentes em
doença cardíaca perfeitamente caracterizada.
93 – portadores de próteses reparadoras de lesões orovalvulares, de comunicações anormais intracardíacas e de lesões vasculares, bem como portadores de marca-passo;
94 – portadores de anastomoses cirúrgicas de revascularização;
95 – Arterioesclerose periférica;
96 – Tromboangeíte Obliterante;
97 – Periarterite Nodosa;
98 – Doença de RAYNAUD;
99 – aneurisma em qualquer localização;
100 – fístulas arteriovenosas

101 – varizes dos membros inferiores;
102 – flebite e tromboflebite;
103 – doenças dos vasos linfáticos;
104 – doenças vasculares periféricas;
105 – Hipertensão Arterial;
106 – hipotensão arterial sintomática;
107 – malformação do crânio e da raque, com repercussão para o sistema nervoso central e periférico (invaginação basilar, com ou sem platibasia ou, ainda, síndrome de ARNOLD CHIARI, espinha bífida, associada a outras malformações que afetem o sistema nervoso central ou periférico; siringomielia);
108 – tumores dos ossos do crânio e de outras regiões, primitivos ou metastáticos, com repercussões neurológicas;
109 – alterações degenerativas da raque e do disco intervertebral (espondilose e hérnia do núcleo pulposo);
110 – tumores denominados genericamente medulares;
(a). intrarraquianos e extramedulares (meningiomas, neurofibromas, lipomas, e outras);
(b). intrarraquianos e intramedulares.
111 – tumores cerebrais, cerebelares, do tronco cerebral e das envolturas meníngeas;
112 – seqüelas de traumatismo raquimedular, fraturas, luxações, espondilolistese e outras que comprometam a funcionalidade do sistema nervoso central e/ou periférico;
113 – osteomielite do crânio e da raque;
114 – seqüela dos traumatismos crânio-encefálicos;
115 – facomatoses (neurofibratose, esclerose tuberosa, doença de HIPPEL-LINDAU e doença de STURGE-WEBER);
116 – doenças degenerativas do Sistema Nervoso Central e Periférico de qualquer etiologia;
117 – doenças desmielinizantes do Sistema Nervoso de qualquer etiologia;
118 – síndromes extrapiramidais de qualquer etiologia;
119 – miopatias de qualquer etiologia;
120 – síndrome neuro-hemáticas;

a). neurovitaminose B-12 (mielose funicular);
(b). síndromes neuroleucêmicas;
121 – doenças e seqüelas de traumatismo dos nervos periféricos;
122 – seqüelas de infecções ou de traumatismo do encéfalo e/ou das envolturas meníngeas;
123 – distúrbios da consciência, de caráter periódico;
124 – seqüelas de acidentes vasculares cerebrais;
125 – encefalopatias e mielopatias senis;
126 – paralisias irreversíveis e incapacitantes;
127 – ataxias cerebelares;
128 – enxaquecas e outras cefaléias vasculares crônicas;
129 – outras doenças cerebrais, medulares e dos nervos periféricos, não especificadas anteriormente;
130 – eletroencefalograma anormal (ver requisito neurológico);
131 – doenças das pálpebras (blefarites ulcerosas rebeldes ao tratamento, entrópio, ectrópico lagoftalmo, ptoses acentuadas e inoperáveis, coloboma, ablefaria, microblefaria, elenfantíase palpebral, triquíase rebelde ao tratamento);
132 – doenças da conjuntiva (tracoma e pterígio que invada a córnea e comprometa a função visual);
133 – doenças do aparelho lacrimal (dacriocistites purulentas crônicas e fístulas lacrimais);
134 – doenças de esclera (esclerites difusas e ectasia de esclerótica);
135 – doenças da córnea (oftalmomalácia, queratites neuro-paralíticas e parenquimatosas, opacificações corneanas que comprometam a função visual, ceracotone);
136 – distúrbios da pressão intra-ocular (hipertensão, glaucoma em qualquer de suas formas, hipotensão, quando surgir atrofia bulbar).
137 – doença da úvea (irites crônicas, iridociclites e uveítes, anomalias congênitas da íris, que comprometam a função visual; coriorretinites que comprometam a função visual; anomalias congênitas acentuadas da coróide e da retina);
138 – doença da retina (retinites, deslocamento da retina, retinosquise e degeneração retiniana);
139 – doenças do cristalino (cataratas em geral, operáveis ou não);
140 – doenças do vítreo (degeneração do corpo vítreo);

141 – doenças do nervo ótico (atrofia do nervo ótico);
142 – alterações da motilidade extrínseca (estrabismo);
143 – alterações de senso cromático;
144 – ambliopias;
145 – mutilações labiais deformantes, devidas a traumatismos, queimaduras ou outras causas;
146 – malformação, perda parcial, atrofia ou hipertrofia da língua que comprometam a mastigação, a deglutição e a articulação da palavra;
147 – tumores benignos ou malignos do orofaringe;
148 – afecção do orofaringe e fístulas das glândulas salivares;
149 – malformação congênita ou adquirida do orofaringe;
150 – desvio do septo nasal ou outras afecções que perturbem a fisiologia respiratória;
151 – rinopatia hipertrófica ou determinada por outras causas, com repercussão respiratória;
152 – inflamação aguda ou crônica dos seios paranasais, fístulas alvéolo-sinusais; osteomas de seios paranasais, cuja localização e/ou tamanho perturbem a sua fisiologia normal;
153 – rinite atrófica ou ozenosa;
154 – hipertrofia acentuada do tecido linfóide do orofaringe ou infecção crônica que comprometam a respiração, ou estejam associadas a estados mórbidos do ouvido médio;
155 – paralisia das cordas vocais, afonia e disfonia que comprometam a respiração ou a inteligibilidade da palavra;
156 – laringite crônica, de qualquer etiologia, que comprometa a inteligibilidade da palavra;
157 – divertículo, ulceração, estenose, ou dilatação pronunciada do esôfago, com manifestações clínicas;
158 – perda total ou deformidade acentuada do ouvido externo (pavilhão auditivo);
159 – fístula auricular;
160 – atresia ou tumores do conduto auditivo externo;

161 – otites médias, com ou sem perfuração de membrana timpânica;
162 – mastoidites crônicas e seqüelas de mastoidectomia;
163 – perfuração da membrana timpânica enquanto presente, admitindo-se, contudo, o emprego de prótese, para o arejamento da caixa timpânica;
164 – otites externas, resistentes a tratamento;
165 – deficiência auditiva (ver requisitos auditivos);
166 – malformação do ouvido médio e otoesclerose clínica;
167 – antecedentes (em candidatos) de manobras cirúrgicas do ouvido médio (mobilização do estribo, estapedectomia ou timpanoplastia Graus III, IV e V de WULLSTEIN);
168 – distúrbios acentuados da função labiríntica;
169 – deformidade maxilares ósseas, ou de tecidos moles ou dentários, congênitas ou adquiridas, que dificultem a mastigação ou a articulação da palavra ou o uso de equipamento de oxigênio;
170 – artrite, anquilose parcial ou total da articulação têmporo-mandibular;
171 – afecções dentárias ou periodontais que constituam possíveis focos latentes ou ativos de infecção focal, e/ou que comprometam a mastigação, a estética, ou a articulação da palavra;
172 – ausência de dentes, abaixo dos requisitos exigidos;
173 – má-oclusões dentárias que comprometam as funções mastigatórias, a estética ou a articulação da palavra;
174 – psicose atual, ou história de antecedente psicótico pessoal, excetuando-se os episódios psicóticos de curta duração, associados a quadros tóxico-infecciosos ou orgânicos de caráter transitório. Classificam-se aqui os quadros esquizofrênicos ou esquizofreniformes em geral, transtornos delirantes persistentes, transtornos do humor (afetivos), transtornos psicóticos agudos ou transitórios ou quadros psicóticos recorrentes;
175 – Transtornos neuróticos, relacionados ao estresse e somatoformes, atuais ou pregressos,
reativos ou não;

176 – transtornos de personalidade e de comportamento em geral;
177 – Reações de imaturidade emocional e afetiva (instabilidade emocional, dependência passiva, impulsividade, agressividade, inadequação), evidentes ao exame objetivo atual ou detectadas por histórico de incapacidade para manter satisfatório ajustamento em geral na vida de relação;
178 – Transtornos emocionais e de comportamento, com início usualmente ocorrendo na infância
e adolescência persistentes até a vida adulta, tais como, enurese não orgânica, onicofagia severa, sonambulismo, tartamudez acentuada, tiques ou maneirismo acentuados;
179 – Transtornos mentais e de comportamento, decorrentes de substâncias psicoativas (álcool,
opióides, sedativos, hipnóticos e outras toxicomanias);
180 – História de auto-lesão intencional, cujos fatores predisponentes persistam (envenenamento ou lesão auto infligida propositadamente; tentativas de suicídio);
181 – História de dois ou mais casos de psicose em pai, mãe ou irmãos;
182 – Deficiência mental em geral, mesmo leve, manifestada ao exame objetivo atual ou evidente na história pregressa, por retardo do desenvolvimento psicomotor na infância (fala, marcha, dificuldades escolares, ocupacionais ou sociais), relacionados com baixo rendimento intelectual;
183 – História pregressa de síncope;
184 – demência;
185 – doenças do aparelho reprodutor feminino;
186 – Gravidez normal conforme a legislação específica e as patologias do ciclo grávido puerperal;
187 – linfoadenopatia angio-imunoblástica;
188 – imunodeficiências de qualquer etiologia;
189 – outras doenças, lesões, estados mórbidos ou estados imunológicos, cuja gravidade seja incompatível, ou venha a se agravar, com o exercício da atividade militar

Fonte: http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=87796&tid=2534286663224421754

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